Juíza pede auditoria em serviço comunitário de Chris Brown por agredir Rihanna

Do UOL, em São Paulo *

Uma juiza ordenou que uma auditoria seja feita sobre o serviço comunitário prestado pelo cantor Chris Brown em 2009 por ter agredido a cantora Rihanna.

A promotora Mary Murray, que pediu a auditoria, alega que não há uma especificação clara sobre quantas horas Brown trabalhou e onde o trabalho foi feito.  A juíza Patricia Schnegg, que cuida do caso, disse que recebeu detalhes sobre o trabalho de Brown, mas faltou uma atualização sobre o andamento e detalhes de quantas horas o artista realmente trabalhou. Schnegg ordenou que Brown compareça a uma audiência marcada para o dia 21 de agosto. Esta será a primeira vez que o cantor deve ir ao tribunal em meses, já que foi elogiado nos relatórios pelos oficiais da condicional e também pela juíza.

O cantor foi liberado para cumprir sua pena de seis meses de trabalho no estado da Virgínia, sua terra natal. O trabalho de Brown incluiu limpar muros pichados, limpeza de estradas e outros trabalhos manuais.


Pat Harris, advogado de Chris Brown, não se opõe a auditoria e diz que a questão é apenas relacionada à jurisdição em que seu cliente cumpriu a pena.

Brown segue em liberdade condicional por ter batido em Rihanna em fevereiro de 2009. A sentença é de cinco anos. Desde então ele fez aconselhamento contra violência doméstica e controle da raiva.

A agressão

A agressão aconteceu no dia 8 de fevereiro de 2009 em um lugar próximo ao Hancock Park, em Los Angeles. Chris Brown, que dirigia um carro alugado, e Rihanna discutiram após uma festa Um detetive de polícia de Los Angeles descreveu o ataque brutal em depoimento, que começou com Brown batendo, asfixiando e mordendo Rihanna, e depois tentando empurrá-la para fora do carro. Ele também a ameaçou de morte. A foto do rosto machucado da cantora circulou pela internet.

Brown se apresentou às autoridades horas mais tarde e foi liberado após pagar uma fiança de US$ 50 mil. O cantor se declarou culpado. Ele foi sentenciado a cinco anos de liberdade condicional, um programa sobre violência doméstica com duração de um ano e 180 dias de trabalho comunitário.

* Com informações da agência Associated Press

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