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A princesa Diana, morta em 1998
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LONDRES, 20 Fev 2008 (AFP) - O ex-chefe dos serviços de espionagem externos britânicos (MI6), Richard Dearlove, refutou nesta quarta-feira, em Londres, as declarações de que a princesa Diana de Gales foi assassinada por ordens da família real porque estaria grávida e se casaria com um muçulmano.
O ex-super-espião, que foi diretor de operações do MI6 entre 1994 e 1999, classificou de "ridículas" as declarações feitas na véspera pelo milionário egípcio Mohamed al Fayed.
Al Fayed declarou, no tribunal, que Diana e seu filho Dodi foram mortos por agentes do MI6 sob as ordens do príncipe Philip, o marido da rainha Elizabeth, porque a princesa estava grávida e pretendia se casar com seu namorado muçulmano.
Diana, 36 anos, e Dodi, 42, morreram em agosto de 1997 quando o carro em que se encontravam se chocou contra uma coluna de um túnel em Paris, ao serem perseguidos por paparazzi.
As investigações policiais francesa e inglesa concluíram que a morte foi acidental, causada pelo motorista que dirigia muito rápido e sob influência de álcool.