Mr. Catra defende que homens tenham o direito de trair, e mulheres, não

Do UOL, em São Paulo

  • Reprodução/SBT

Considerado um ícone do funk, Mr. Catra foi um dos entrevistados do "Conexão Repórter", do SBT, que tratou sobre o mundo do funk nesta quarta-feira (19). Em um bate-papo com Roberto Cabrini, ele defendeu que homens e mulheres não tenham os mesmos direitos.

"Porque eles são diferentes. Você é igual a mim, Cabrini, você sente o que sinto, mas uma mulher não sente o mesmo. É diferente de uma mulher com tesão. Homem e mulher são seres diferentes", explicou ele.

O cantor disse que a humanidade sempre foi assim, mas mudou por questões religiosas e por preconceito.

"Já viu uma vaca com dois touros, uma égua com dois garanhões ou uma leoa com dois leões? Uma mulher se iguala com qualquer fêmea. Então ela tem que ser como qualquer fêmea."

Questionado pelo apresentador se ele permitiria que suas quatro mulheres tivessem um relacionamento extraconjugal, Catra nega.

Reprodução/SBT
Silvia Regina Alves, uma das mulheres de Mr. Catra
 "Eu exijo que elas se sintam bem com elas mesmas. Se ela me trair, ela vai pra lá curtir a vida dela. Só não dá mais pra se relacionar comigo. A mulher pode sair com 300 homens, mas ela só ama um", determinou.

Cabrini também conversou com Silvia Regina Alves, que vive com o cantor há 18 anos e é considerada a mulher "número 1". Ela acredita que fidelidade seja um mundo de mentira.

"Não penso em exigir isso dele porque ele é homem. Os valores não são os mesmos. Eu não vou ficar taxada de piranha. Ele não é infiel porque ele não mente pra mim. Infidelidade é quando alguém mente."

Silvia também disserta que teria as mesmas atitudes que o marido se fosse homem. "Não é querer ser machista como meu marido. Tem muito mais mulher do que homem. Ele vai sair na rua e, no mínimo, vai ser atacado por duas ou três mulheres. Bobo seria se ele não ficasse com nenhuma delas. Sinceramente, se eu fosse homem, pegava todas", admitiu.

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