Só faria terapia se o analista me pagasse.
Não vou me vestir como uma velha de 60 anos, porque não sou. Meu hábito é ficar perto de pessoas jovens.

Eu costumo dizer que é um salto de trapézio sem rede. Tem que pular direitinho, senão quebra o pescoço.

Agora, é como se todo mundo me conhecesse. A primeira vez que saí, foi realmente diferente. Percebi os olhares se voltando para mim e todos se sentindo mais íntimos.

Estou com saudade de ser antagonista.

Minha personagem é muito viva e sonha em ser famosa, o que faz brilhar seus olhos. Isso cativa o público.

Fazer sucesso entre amigos é fácil, mas é a energia do público que me alimenta.

Adoro envelhecer. A cada segundo a gente se torna melhor, maior. A morte sempre esteve muito presente na minha vida, mas não penso nela. Ela está aqui, na nossa frente. E vai chegar e é uma certeza.
